domingo, maio 11, 2008
quinta-feira, maio 08, 2008
Os Anos d'Ouro
É comum ao ser humano procurar o local onde tudo são alegrias e onde as tristezas têm pouco (ou nenhum) espaço. Percorrem-se distâncias, minutos, anos. Conhecem-se locais e pessoas. À nossa volta, muitas coisas nascem, vivem e morrem. Sonhamos e acordamos. Vivemos (des)iludidos.
Mas afinal, onde é que podemos encontrar as alegrias, sem dar espaço às tristezas?
Não conheci até hoje nenhuma solução permanente para isto, mas sem dúvida que o meu álbum de recordações é o espaço mais cheio de alegrias e sem espaço para tristezas que conheço. Sejam fotografias, recortes de jornal, cartas de amor. À medida que vou passando aquelas páginas vou revivendo uma história que, afinal de contas, não deixa nada a desejar aos filmes que mais me marcaram até hoje.
Em tempos que nem sempre são fáceis, é acompanhado por estas páginas (que não são mais do que a minha história) que mantenho o sorriso, com plena consciência que estou a viver estes anos dourados que, jamais, irei chamar de anos perdidos.
Mas afinal, onde é que podemos encontrar as alegrias, sem dar espaço às tristezas?
Não conheci até hoje nenhuma solução permanente para isto, mas sem dúvida que o meu álbum de recordações é o espaço mais cheio de alegrias e sem espaço para tristezas que conheço. Sejam fotografias, recortes de jornal, cartas de amor. À medida que vou passando aquelas páginas vou revivendo uma história que, afinal de contas, não deixa nada a desejar aos filmes que mais me marcaram até hoje.
Em tempos que nem sempre são fáceis, é acompanhado por estas páginas (que não são mais do que a minha história) que mantenho o sorriso, com plena consciência que estou a viver estes anos dourados que, jamais, irei chamar de anos perdidos.
quarta-feira, maio 07, 2008
domingo, abril 27, 2008
Voltar Atrás. Pense Nisto.
Regras da sensatez. É este o nome de uma das músicas portuguesas que mais me diz. Mais pela letra do que pela própria música (obrigado Carlos Tê). Não causa, assim, estranheza que, desde há alguns anos, vá ouvindo as palavras medidas "Nunca voltes ao lugar onde já foste feliz. Por muito que o coração diga, não faças o que ele diz".
Numa noite de Quinta-Feira, recentemente, ao vir em direcção a casa, sentado ao volante do meu "Herbie" 206, dei por mim a ouvir um qualquer poeta, um poeta sem nome para mim, sem rosto, mas com uma mensagem (que me despertou a atenção). E é aqui que a conversa se relaciona com as primeiras linhas que escrevi hoje.
Disse o, chamemos-lhe assim, "poeta anónimo": «Voltar atrás. Enfrentar o passado com outros olhos pode querer dizer 'perder um mundo que um dia foi nosso.' Pense nisto. Boa noite!»
E então eu pensei.
Conclusões? Não sei bem se o objectivo de pensar nas coisas é chegar sempre a uma conclusão, concreta e definida (como outra coisa qualquer). Por vezes, e mais importante do que chegar a uma qualquer conclusão, é apenas uma forma de olhar para uma questão de uma outra forma. Porque, no fundo, nós existimos sempre em relação aos outros e não apenas em relação a nós próprios.
Seja como for, uma das coisas que eu me apercebi é que voltar atrás e seguir em frente são coisas distintas, embora tantas vezes confundidas. Eu segui em frente, sem nunca esquecer o bem que ficou para trás. É provavelmente essa a diferença em relação a quem esteja constantemente a evitar voltar atrás, com receio do que de menos bom houve.
Despeço-me com uma citação: "Pense nisto. Boa noite!"
Numa noite de Quinta-Feira, recentemente, ao vir em direcção a casa, sentado ao volante do meu "Herbie" 206, dei por mim a ouvir um qualquer poeta, um poeta sem nome para mim, sem rosto, mas com uma mensagem (que me despertou a atenção). E é aqui que a conversa se relaciona com as primeiras linhas que escrevi hoje.
Disse o, chamemos-lhe assim, "poeta anónimo": «Voltar atrás. Enfrentar o passado com outros olhos pode querer dizer 'perder um mundo que um dia foi nosso.' Pense nisto. Boa noite!»
E então eu pensei.
Conclusões? Não sei bem se o objectivo de pensar nas coisas é chegar sempre a uma conclusão, concreta e definida (como outra coisa qualquer). Por vezes, e mais importante do que chegar a uma qualquer conclusão, é apenas uma forma de olhar para uma questão de uma outra forma. Porque, no fundo, nós existimos sempre em relação aos outros e não apenas em relação a nós próprios.
Seja como for, uma das coisas que eu me apercebi é que voltar atrás e seguir em frente são coisas distintas, embora tantas vezes confundidas. Eu segui em frente, sem nunca esquecer o bem que ficou para trás. É provavelmente essa a diferença em relação a quem esteja constantemente a evitar voltar atrás, com receio do que de menos bom houve.
Despeço-me com uma citação: "Pense nisto. Boa noite!"
quinta-feira, abril 24, 2008
quarta-feira, abril 23, 2008
Sem ilusão...
...não há desilusão!
Não sei se é bem verdade, mas mesmo que fosse, preferia andar iludido e ser feliz por um instante, a não andar e perder uma boa oportunidade de ser feliz (ou pior).
Não sei se é bem verdade, mas mesmo que fosse, preferia andar iludido e ser feliz por um instante, a não andar e perder uma boa oportunidade de ser feliz (ou pior).
sexta-feira, abril 18, 2008
Penteado "à Sapatilha"
Jantar de anos do Gomito. Depois de o poeta ter reservado mesa para 10 e terem comparecido ao encontro 9 (passo a citar: "meio termo"!! - 9 em 10... meio termo... óbvio! :D ), nada melhor se podia esperar. Aquilo que distingue momentos rotineiros de momentos únicos é a imprevisibilidade. A novidade espontânea. A pureza associada ao verdadeiro sentimento.
Não vou dizer que sou fã de poesia. Nem tão pouco elogiar poetas, por mais únicos que eles sejam. Agora, acabar uma refeição e ter direito a um penteado, cuidadosamente feito pela empregada de mesa do restaurante- "Põe-te de joelhos!", disse ela - , é um momento para a história.
Desengane-se quem acha que vivi pouco. Eu já vi pessoas a cantar para o garfo, a cheirar com os olhos... eu já vi pessoas a procurar restaurantes vegetarianos às quatro da tarde, afirmando que era uma da tarde! Já vi pessoas negar sentimentos que têm... Já vi poetas a olhar para o céu enquanto queimam a picanha... já vi artistas a perder o carro em pleno parque de estacionamento! Já vi(vi) tanto!
Agora, se é certo que há momentos que marcam, sem dúvida que este penteado "à Sapatilha", numa noite como a de hoje... bom... é mais um daqueles momentos que marcam. Mais do que um "Fodes?", do que um "Olá, boa noite!", mais que uma carne queimada, mais do que um pegar ao colo uma rapariga que se conheceu nessa noite...
O texto de hoje é, acima de tudo, um elogio à amizade. Um elogio àqueles que são verdadeiros, espontâneos e fora do normal. Àqueles que são únicos e que não têm medo ou vergonha de dizer "Gosto de ti!", àqueles que partilham momentos únicos que jamais poderiam ser vividos com uma pessoa qualquer.
Porque ser amigo é estar lá, é ter sempre alguma coisa para dizer, é ter alguma coisa para viver em conjunto.
Caros amigos... é para mim um privilégio saber que tenho a sorte de poder dizer: "Adoro-vos! Vocês são únicos!", sem qualquer tipo de medo, vergonha ou receio. Obrigado!
Não vou dizer que sou fã de poesia. Nem tão pouco elogiar poetas, por mais únicos que eles sejam. Agora, acabar uma refeição e ter direito a um penteado, cuidadosamente feito pela empregada de mesa do restaurante- "Põe-te de joelhos!", disse ela - , é um momento para a história.
Desengane-se quem acha que vivi pouco. Eu já vi pessoas a cantar para o garfo, a cheirar com os olhos... eu já vi pessoas a procurar restaurantes vegetarianos às quatro da tarde, afirmando que era uma da tarde! Já vi pessoas negar sentimentos que têm... Já vi poetas a olhar para o céu enquanto queimam a picanha... já vi artistas a perder o carro em pleno parque de estacionamento! Já vi(vi) tanto!
Agora, se é certo que há momentos que marcam, sem dúvida que este penteado "à Sapatilha", numa noite como a de hoje... bom... é mais um daqueles momentos que marcam. Mais do que um "Fodes?", do que um "Olá, boa noite!", mais que uma carne queimada, mais do que um pegar ao colo uma rapariga que se conheceu nessa noite...
O texto de hoje é, acima de tudo, um elogio à amizade. Um elogio àqueles que são verdadeiros, espontâneos e fora do normal. Àqueles que são únicos e que não têm medo ou vergonha de dizer "Gosto de ti!", àqueles que partilham momentos únicos que jamais poderiam ser vividos com uma pessoa qualquer.
Porque ser amigo é estar lá, é ter sempre alguma coisa para dizer, é ter alguma coisa para viver em conjunto.
Caros amigos... é para mim um privilégio saber que tenho a sorte de poder dizer: "Adoro-vos! Vocês são únicos!", sem qualquer tipo de medo, vergonha ou receio. Obrigado!
quinta-feira, abril 17, 2008
terça-feira, abril 15, 2008
O "Eu" e o "Alter"
You believe in me.
I believe in you.
If you promise that to me
I will promise that too
And then you'll belong to me
And I'll belong to you.
I believe in you.
If you promise that to me
I will promise that too
And then you'll belong to me
And I'll belong to you.
segunda-feira, abril 14, 2008
Não sei se é do novo acordo ortográfico mas...
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