quinta-feira, maio 29, 2008

Fear

There's so many emotions at the end of the season.
And nobody likes to talk about it... but one of them is fear!
Fear that you've come this far and it could all end... the dream could die!
But me? I Like the fear! It means I'm close. It means... I'm ready!

segunda-feira, maio 26, 2008

Recordar é viver...


Relembrando um ídolo... o maior de todos...

quinta-feira, maio 22, 2008

Numb


"What do you look for in a relationship?"

terça-feira, maio 20, 2008

No Panic!


Apresentação bem sucedida! :D

SWIM!

sábado, maio 17, 2008

Forbidden Kingdom

"He who speaks does not know. He who knows does not speak."


"It is said master and student walk the path side by side to share their destiny until their path goes separate ways."

terça-feira, maio 13, 2008

Marcante


Eles passaram por cá! :)

domingo, maio 11, 2008

quinta-feira, maio 08, 2008

Os Anos d'Ouro

É comum ao ser humano procurar o local onde tudo são alegrias e onde as tristezas têm pouco (ou nenhum) espaço. Percorrem-se distâncias, minutos, anos. Conhecem-se locais e pessoas. À nossa volta, muitas coisas nascem, vivem e morrem. Sonhamos e acordamos. Vivemos (des)iludidos.
Mas afinal, onde é que podemos encontrar as alegrias, sem dar espaço às tristezas?
Não conheci até hoje nenhuma solução permanente para isto, mas sem dúvida que o meu álbum de recordações é o espaço mais cheio de alegrias e sem espaço para tristezas que conheço. Sejam fotografias, recortes de jornal, cartas de amor. À medida que vou passando aquelas páginas vou revivendo uma história que, afinal de contas, não deixa nada a desejar aos filmes que mais me marcaram até hoje.
Em tempos que nem sempre são fáceis, é acompanhado por estas páginas (que não são mais do que a minha história) que mantenho o sorriso, com plena consciência que estou a viver estes anos dourados que, jamais, irei chamar de anos perdidos.

quarta-feira, maio 07, 2008

ZzZzZz

domingo, abril 27, 2008

Voltar Atrás. Pense Nisto.

Regras da sensatez. É este o nome de uma das músicas portuguesas que mais me diz. Mais pela letra do que pela própria música (obrigado Carlos Tê). Não causa, assim, estranheza que, desde há alguns anos, vá ouvindo as palavras medidas "Nunca voltes ao lugar onde já foste feliz. Por muito que o coração diga, não faças o que ele diz".
Numa noite de Quinta-Feira, recentemente, ao vir em direcção a casa, sentado ao volante do meu "Herbie" 206, dei por mim a ouvir um qualquer poeta, um poeta sem nome para mim, sem rosto, mas com uma mensagem (que me despertou a atenção). E é aqui que a conversa se relaciona com as primeiras linhas que escrevi hoje.
Disse o, chamemos-lhe assim, "poeta anónimo": «Voltar atrás. Enfrentar o passado com outros olhos pode querer dizer 'perder um mundo que um dia foi nosso.' Pense nisto. Boa noite!»

E então eu pensei.
Conclusões? Não sei bem se o objectivo de pensar nas coisas é chegar sempre a uma conclusão, concreta e definida (como outra coisa qualquer). Por vezes, e mais importante do que chegar a uma qualquer conclusão, é apenas uma forma de olhar para uma questão de uma outra forma. Porque, no fundo, nós existimos sempre em relação aos outros e não apenas em relação a nós próprios.

Seja como for, uma das coisas que eu me apercebi é que voltar atrás e seguir em frente são coisas distintas, embora tantas vezes confundidas. Eu segui em frente, sem nunca esquecer o bem que ficou para trás. É provavelmente essa a diferença em relação a quem esteja constantemente a evitar voltar atrás, com receio do que de menos bom houve.

Despeço-me com uma citação: "Pense nisto. Boa noite!"